Pólipo Endometrial

Pólipo endometrial é um tumor benigno na parte interna do útero.  Mulheres na fase reprodutiva ou próxima da menopausa podem ter pólipos. Existem casos de pólipos malignos, mas só em casos raros. 

Em muitos casos, eles são assintomáticos, mas podem causar sangramento intermenstrual ou aumento do fluxo menstrual.



Causa

A causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que o desenvolvimento do pólipo está relacionado a estímulos hormonais ou em casos de utilização prolongada de estrogênios. 



Diagnostico

É diagnosticado através da ultrassonografia, histerossalpingografia e histeroscopia diagnostica ou cirúrgica. 


Tratamento 

O pólipo é retirado através de curetagem ou histeroscopia. 
O pólipo retirado é encaminhado para o laboratório para analise.













Fontes:
- ABC da Sáude
- Clínica Ogeda
- Busca Saúde









É uma uma irritação ou inflamação do revestimento do útero (endométrio). 


Causas:

A maioria das endometrites é de origem bacteriana;  Essa inflamação pode ser causada por germes ou devido a propagação de germes existentes na vagina (Clamidial ou Gonocócica);  Ocorre com frequência em pacientes com salpingite, endometriose tuberculosa, endometriose purulenta ou endometriose posterior a uma instrumentação ou cirurgia;  também pode acontecer após o parto, aborto ou inserção de um dispositivo intra-uterino (DIU). Também pode ser transmitida através das DSTs. 



Sinais:

A palpação da parte inferior do abdômen revela sensibilidade abdominal, pode haver diminuição dos sons intestinais. O útero pode está sensível durante exame pélvico, grande quantidade de muco cervical. 





Sintomas: 

- Desconforto, inquietação ou mal-estar
- Febre 
- Dor pélvica ou dor uterina
- Sangramento vaginal anormal
- Secreção vaginal anormal
- Evacuação que cause desconforto
- Distensão abdominal



Prognóstico: 

A maioria das endometrites são tratadas apenas com o uso de antibióticos. Em casos que a doença não é tratada pode-se evoluir para uma infecção de maior gravidade, causando complicações nos órgãos pélvicos.


Diagnostico: 

- Contagem Glóbulos Brancos (Quantidade Elevadas)
- TSE (Taxa de sedimentação Elevada)
- Culturas endocervicais para streptococo, clamídia, gonorréia e outros organismos
- Biópsia Endometrial
- Laparoscopia 



Complicações: 

- Peritonite Pélvica (Infecção pélvica generalizada)
- Formação de abcessos uterinos ou pélvicos
- Septicemia
- Choque Sépticos
-  Infertilidade



Tratamentos: 

Em casos mais complicados precisa-se de hospitalização; normalmente o tratamento são utilizados antibióticos intravenoso ou via oral; repouso e hidratação; o parceiro também deverá ser tratado.





Fontes: 



Oi amorecas,


Ontem foi o dia da minha Videohisteroscopia cirúrgica!! 



O coração estava a mil, pois a cada novo procedimento fico ansiosa... Acordei as 4:30h da manhã, pois tinha que está no hospital as 5h.
Cheguei no hospital, assinei os documentos para internamento e fiquei esperando minha médica. As 5:4oh ela chegou e foi se preparar para o procedimento.

As 6h da manhã mandaram eu subir pra me trocar e ficar na sala de cirurgia. Porém o anestesista atrasou e só veio chegar de 7:15h, atrasando minha cirurgia e toda a agente da minha Go. hahahaha

O procedimento iniciou as 7:30h... As 7:50h terminou o procedimento e a minha médica foi falar com meu marido... Disse que meu útero estava limpinho, sem aderências e sinéquias!! Estava perfeito para receber um bebê!!  

Ela deixou com meu marido um material do endométrio da biopsia para fazer o estudo. Só receberei o resultado dia 29/10.

Acordei da anestesia super bem... Fui liberada as 9h sem nenhuma cólica e pouquíssimo sangramento.  


Segue foto do meu útero!! 



Em breve trago mais notícias!! Beijinhos!!


O aborto é a interrupção da gravidez até o 5º mês de gestação, pode ser um aborto espontâneo ou provocado. 
O aborto em repetição é quando o casal tem três ou mais perdas gestacionais. 
As perdas gestacionais são mais frequentes entre as mulheres acima dos 35 anos, é nessa faixa etária que aumenta as chances de uma gestação com malformações, o aborto pode acontecer em mulheres de idade inferior.  
Existe dois tipos de abortamento, o precoce; até a 12ª semana de gestação e 0 tardio; até a 20ª semana de gestação. Existe várias causas para o aborto em repetição.



Causas: 

- Genéticas:  Causado por alterações cromossômicas  essas alterações na estrutura ou número dos cromossomos podem ser causadas ou no número dos cromossomos podem ser causadas ao acaso ou induzidas por uma alteração cromossômicas dos pais. As alterações ao acaso não são repetitivas,  já aquelas herdadas dos pais é que se enquadram na repetitividade.  Um exame importante para saber se os pais tem alterações cromossômicas é o cariótipo, ele mostra a estrutura e número dos cromossomos. 

- Uterinas: Problemas na cavidade uterina pode impedir a implantação e crescimento da gestação. Miomas, pólipos e inflamações se encaixam nos problemas para que essas gestações não evoluam. Um exame que pode analisar a cavidade uterina é a histeroscopia. Abortos tardios estão relacionados a malformações uterinas: útero didelfo; útero bicorno; útero septado ou incompetência cervical.


- Autoimunes:  Ao decorrer da vida o indivíduo pode desenvolver  anticorpos contra os próprios tecidos ou órgãos. Essa alteração pode dá origem a doenças autoimunes, como lúpus.  As doenças autoimunes podem ser assintomáticas, mas na gravidez pode apresentar sintomas. 


- Trombofilias: As trombofilias são as causas de muitos abortos em repetição até a 12ª semanas de gestação.  A trombofilia são caracterizadas por promoverem alterações na coagulação sanguínea que aumentam risco de trombose. As trombofilias podem ser adquiridas ou hereditárias. O tratamento para trombofilia é feito com a administração de anticoagulantes durante a gestação. 


- Imunológicas: A gestação é formada pela junção de componentes genéticos do marido e da mulher. Quando uma gestação se inicia, o feto passa a fazer parte do organismo da mãe, como um órgão transplantado. Quando o sistema imunológico da mãe entra em contato com um corpo estranho (feto) desenvolver anticorpos específicos. O tratamento é sensibilizar a mãe com antígenos do marido, as famosas ILP (Injeção de Linfócitos Paterno) antes da gravidez, para que ela crie anticorpos e reconheça o embrião quando ele for implantação no útero. 



- Hormonais e Infecciosas: Toloxoplasmose e outras infecções podem ser a causa de abortos em repetição.