Amenorreia é a ausência da menstruação numa mulher de idade fértil. Existem dois tipos de amenorreia: Primária e a Secundária.




- Amenorreia Primária: Acontece em jovens que ainda não menstruaram. Jovem aos 14 anos que não apresenta desenvolvimento das características sexuais secundárias (mamas, pêlos no corpo) ou jovem mulher que não menstrua aos 16 anos, mas tem desenvolvimento normal das características sexuais.
- Amenorreia Secundária: Aquela que acontece em mulheres que já tiveram períodos menstruais, porém deixam de ter, em intervalos de tempo maior do que 3 ciclos menstruais ou 6 meses. 
Causas da Amenorreia: 
Causas naturais: 
- A gravidez é uma das principais causas da Amenorreia, qualquer mulher com um período de atraso de mais de oito dias, deve fazer um teste de gravidez.
- O aleitamento materno provoca a amenorreia, ainda que a ovulação possa ocorrer, salvo se o bebê estiver apenas mamando e se tiver menos que seis meses. 
- Atraso de puberdade 
- Menopausa, que se manisfesta entre 45 e 55 anos e provoca uma diminuição gradual da menstruação, devido à mudanças e a diminuição dos hormônios de progesterona e estrogênios. 
Causas Artificiais: 
- Contraceptivos hormonais 
- Prática de esportes 
- Estresse ou trauma psicológico 
- Obesidade 
- Uso de certos medicamentos (Corticoides, antidepressivos, antipsicóticos, anticancerosos). 


Sintomas: O único sintoma é a falta da menstruação. 


Tratamentos: Na maioria dos casos, a amenorreia são benignas e curáveis. - Tratamento hormonal, reposição hormonal em caso de menopausa ou remoção dos ovários e útero + terapia hormonal combinada é prescrita, em especial para a prevenção da osteoporose. - Tratamento não hormonal: Em caso de amenorreia devido a superprodução de prolactina, o médico irá prescrever uma medicação.  














A gravidez anembrionária ou ovo cego é uma gravidez sem embrião. Isso acontece quando o óvulo fertilizado se implanta no útero, porém o embrião não se desenvolve. Ao fazer uma ultrassonografia, no primeiro trimestre da gravidez, o saco gestacional aparece vazio, sem embrião dentro. 

O problema não é genético, pode acontecer com qualquer mulher, a maioria delas tem gestações normais futuramente. 


Sintomas: Pode não haver nenhum sinal, como dor ou sangramento, de que a gravidez não está se encaminhando como deveria. 

Os hormônios podem fazer a mulher se sentir ainda grávida, mas os níveis comecem a cair, diminuindo as mudanças no corpo (os seios podem ficar menos sensíveis, por exemplo). 


Apesar de as causas não serem totalmente identificadas, a gestação anembrionária costuma ser considerada um acidente da natureza. Quando um óvulo é fertilizado por um espermatozoide, as células começam a se dividir. Algumas se desenvolvem em forma de embrião, outras em forma da placenta e do saco gestacional. 

Em alguns casos, a parte do óvulo fertilizado que deveria se tornar o bebê não vai para a frente (provavelmente porque aconteceu um erro durante a fertilização e há cromossomos demais ou de menos), mas a que se destinaria à placenta e às membranas continua crescendo dentro do útero. 

O corpo não reconhece que o saco gestacional está vazio, já que os hormônios da gravidez ainda estão sendo produzidos (o que impede que haja um aborto espontâneo). Durante a ultrassonografia, o médico mede o saco gestacional e procura sinais do embrião. Se o saco gestacional medir mais de 20 mm e não houver indícios do embrião, o diagnóstico provavelmente será de ovo cego. 

No caso de o diâmetro do saco ser menor que 20 mm, pode ser que a gestação esteja em um estágio menos avançado do que você imaginava, e um novo ultrassom será realizado em uma ou duas semanas para tirar a dúvida. Se nessa etapa o embrião ainda não aparecer, o diagnóstico será confirmado. 





É seguro aguardar por uma aborto espontâneo até que os índices dos hormônios da gravidez baixem sozinhos, mas isso pode levar muitas semanas. Se você já teve algum sangramento ou secreção mais amarronzada, pode valer a pena esperar pelo fim natural da gravidez. A maioria das mulheres, no entanto, acaba realizando uma curetagem uterina, um procedimento feito sob anestesia em que a mulher recebe alta hospitalar no mesmo dia ou no dia seguinte. 

Um vez que a gestação tenha chegado ao fim, você passará a menstruar normalmente e poderá tentar engravidar.










Fontes:

Baby Center

Guia do bebê









 Pense numa cola bem potente grudada entre seus dedos. Se tentar desgrudá-los, sem usar um produto, com certeza irá sentir muita dor e seus dedos vão ficar machucados, certo? Pois então, as aderências pélvicas são bem parecidas com isto!
Aderências pélvicas são faixas anômalas de tecido cicatricial  que  se formam na pélvis e fazer com que os órgãos fiquem colados uns aos outros. As aderências ocorrem na maioria das mulheres que fizeram cirurgia pélvica ou tem endometriose. As aderências são uma consequência comum, embora por vezes grave, de todos os tipos de cirurgias, incluindo os procedimentos ginecológicos vulgares (como dilatação e curetagem, cesariana, histerectomia, cirurgia de endometriose, miomectomia, cirurgia nos ovários e trompas), elas causam dor pélvica e infertilidade.
A formação de aderências pode ser reduzida ou até mesmo prevenida, uma vez que depois de formadas, elas tendem a reaparecer, mesmo depois de terem sido removidas cirurgicamente. 
Como se formam as aderências?  Todos os órgãos abdominais e pélvicos, exceto os ovários, estão parcialmente envolvidos numa membrana transparente denominada de peritoneu. Quando o peritoneu fica traumatizado durante uma cirurgia ou de outra forma, o local sofre um trauma e fica inflamado. A inflamação também contribui para a formação de aderências, encorajando o desenvolvimento de faixas fibrosas de tecido cicatricial. Se as faixas de fibrina não se dissolverem, podem transformar-se em aderências, que irão desenvolver-se ligando um órgão aos tecidos pélvicos que normalmente estão separados. 


Que problemas podem ser causadores das aderências?  As aderências são ocorrência comum de cirurgias pélvicas, de uma doença inflamatória pélvica, endometriose ou uma DST.  - Endometriose: Tecidos semelhantes ao endométrio se unem às superfícies de outros órgãos (útero, ovários e trompas) e na cavidade abdominal, ela provoca dor, inflamação e tecido cicatricial e pode causar a infertilidade. - Cirurgia Pélvica: A maioria das cirurgias pélvicas ou abdominais podem causar aderências, como a laparoscopia. Após uma cirurgia podem formar-se aderências, por tanto alguns órgãos têm maior probabilidade  do que outros de desenvolver aderências. - Histerectomia: É um procedimento cirúrgico para remoção do útero, trompas e ovários, as aderências podem ligar-se ao intestino delgado, dando origem a dor pélvica e as vezes complicações graves. - Dilatação e curetagem: É um procedimento cirúrgico no qual o médico dilata o colo do útero e raspa o endométrio, esses traumas podem ser chamados de sinequias. - Cesariana: Estas aderências geralmente não provocam dores, mas podem dificultar futuros partos por cesariana. Pois irá cortar através de aderências para chegar ao útero e ao bebê, o que pode aumentar a duração do procedimento e tempo de anestesia. - Cranco dos ovários: A cirurgia dos ovários é efetuada para remoção de pequenos sacos, cheio de fluídos que crescem nos ovários. As aderências se formam com frequência e podem causar dores pélvicas, dores nas relações sexuais e infertilidade. - Miomectomia: É um procedimento cirúrgico destinado a remover fibromas do útero.   A cirurgia no local pode causar aderências e elas podem afetar as trompas e ovários, causando infertilidades e dores pélvicas. - Cirurgia reconstrutiva das trompas: A reparação das trompas bloqueadas é um procedimento delicados que inclui a remoção de aderências existentes, porém as aderências podem voltar e causar dores pélvicas e infertilidade. 
Converse com o seu médico sobre a prevenção das aderências, caso você vá se submeter a cirurgias futuras. 



Que problemas podem ser causados pelas aderências?  - Dor pélvica: As aderências são uma causa muito comum de dor pélvica, isso porque elas unem órgãos e tecidos que normalmente estão separados. - Dor durante as relações sexuais - Infertilidade: As aderências entre os ovários, as trompas ou paredes pélvicas podem bloquear a passagem do óvulo dos ovários para as trompas.  As aderências em torno das trompas também podem dificultar a chegada do esperma ao óvulo.




- Obstrução Intestinal: As aderências no intestino é frequente após a histerectomia, mas nem sempre acontece, ocorre o bloqueio do intestino que limita a passagem de conteúdos e pode causar dor, náuseas e vômitos. 
Como podem ser prevenidas as aderências pélvicas?  Os cirurgiões utilizam vários métodos para evitar a formação de futuras aderências. Eles utilização de uma barreira física para separar as superfícies tissulares durante a cicatrização. 
Como tratar as aderências? A única forma de tratar as aderências consiste em removê-las ou separá-las através de cirurgia (adesiólise laparoscópica/ lise de aderências)
 


Eu sei que é difícil esperar... Mas Deus tem um tempo pra agir e pra curar... Só é preciso confiar. ♡ 
Fontes: 















Gravidez ectópica é uma gravidez anormal, uma gestação que ocorre na parte externa da cavidade uterina, numa gravidez tubária o óvulo fecundado se aloja nas trompas de falópio, no ovário ou no abdômen, nenhum desses locais possui condições favoráveis para uma gestação saudável e a continuidade da gestação pode provocar riscos à mulher, pois se o feto cresce o órgão no qual ele estiver corre o risco de se romper e provocar hemorragias graves. 


Sintomas da Gravidez Ectópica: Os sintomas são muito parecidos com os de uma gravidez comum (náuseas,  sensibilidade nas mamas, atraso menstrual, vômitos...) Porém pode ocorrer sangramento vaginal, dores lombar, pressão baixa, tonturas e desmaios. 
Causas: A gravidez ectópica é causada devido a incapacidade do óvulo fertilizado viajar de maneira rápida pelas trompas até o útero, está incapacidade pode surgir devido a alguma inflamação ou infecção no útero (essas infecções podem ser clamídia ou gonorreia), bloqueando a passagem do óvulo fecundado. Outra causa é a endometriose, que faz com que as células do útero cresçam em outras partes do corpo, que acabam formando o bloqueio nas trompas. Cirurgias anteriores nas trompas também podem causar a gravidez ectópica e algumas vezes a causa pode ser desconhecida.  

Tratamento: O médico poderá realizar alguns exames.- HCG quantitativo- Nível de progesterona- Ultrasson Transvaginal- Hemograma com contagem de leucócitos - Laparoscopia - Laparotomia











Fontes: 




Uma Criança pronta para nascer perguntou a Deus: Dizem que estarei sendo enviado à terra amanhã... Como eu vou viver lá, sendo assim tão pequeno e indefeso? Deus:  Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lá te esperando e tomará conta de você. Criança: Mas diga-me: Aqui no céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá? Deus: Seu anjo cantará e sorrirá para você e a cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do anjo e será feliz. Criança: Como poderei entender quando falarem comigo se eu não conheço a língua que as pessoas falam? Deus: Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar. Criança: E o que farei quando quiser te falar? Deus: Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar. Criança: Eu ouvi dizer que na terra há homens maus. Quem me protegerá? Deus: Seu anjo irá lhe defender, mesmo que isto signifique arriscar a própria vida.  Criança: Mas eu serei sempre triste porque não te verei mais. Deus: Seu anjo sempre lhe falará sobre mim e lhe ensinará a maneira de vir a mim e eu estarei sempre dentro de você. Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada pediu suavemente: Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor o nome do meu anjo. Deus: Você chamará seu anjo de MÃE. Que você seja muito feliz.
























Pra nos tentantes e mães de anjinhos o dia das mães é uma data muito difícil, sem contar os comerciais, um mais lindo que o outro. Mas não podemos deixar de crer nas promessas e milagres de Deus! Pois antes mesmo de gerar um filho já somos mães de sonho que em breve vai criar vida!   



Deixo este poema para nós, futuras mamães.
Quando nasce uma mãe?! 
Já pensaram nisso?! 
A resposta pode não ser tão óbvia como parece... 
Não existe uma resposta certa.
Existe uma resposta íntima, pessoal, única para cada mulher. 
Para mim, a mãe nasce no momento em que o coração diz: Eu quero um filho. Perceberam o detalhe? Quando o coração diz, não quando o raciocínio fala. Quando o planejamento atua, quando o imprevisto acontece. 
Pra mim, a mãe nasce quando o coração fala, o resto é a forma como a vida se encarrega de realizar este milagre.
O amor será o mesmo ao contar como foi o dia que ele nasceu ou o dia em que se conheceram. 
O amor será o mesmo ao tentar explicar pro seu filho como você o ama e o quanto o desejou. 
O amor é o mesmo ao olhar para aquele ser e se questionar como é possível sentir algo tão grande. 
Com todo esse amor que não se explica, onde mais nasceria uma mãe se não no coração?!






Parabéns pra todas tentantes e mamães de anjos.
















Quando decidimos engravidar, normalmente procuramos um ginecologista afim de iniciar uma investigação para concluir se estamos aptas para a maternidade, exames hormonais e ultrassonografias são os exames iniciais para a investigação! Quando o casal passa um ano ou mais sem engravidar, a investigação vai além desses exames citados acima. Então é feita a verificação das trompas e o exame indicado é a HISTEROSSALPINGOGRAFIA. Mas antes de falar do exame, vamos saber e entender a função das trompas. As trompas são duas estruturas finas e delicadas situadas na região superior do útero, tem como função receber o óvulo liberado durante a ovulação e permitir o seu encontro com os espermatozoides, pois é nas trompas que a fecundação acontece, após a fecundação devem fazer com que o embrião recém-fecundado seja nutrido e role em direção a cavidade uterina. 
Porque as trompas ficam obstruídas? Uma das principais causa da obstrução tubária é a endometriose, pela formação de aderências, infecções pélvicas ocasionadas por microorganismo, como clamídea ou pela laqueadura tubária, DIU (dispositivo intra-uterino) o DIU pode causar infecções que causam a obstrução, Fibromas ou miomas, Doença de Chron (infecção crônica na parede do intestino que pode causar sapingite - infecção nas trompas) e Gravidez ectópica. 
Como descobrir que minhas trompas estão obstruídas? O diagnostico é feito através do exame HISTEROSSALPINGOGRAFIA



 Aqui está um exame com as trompas saudáveis.

Obstrução Unilateral - Obstrução em 1 das trompas Obstrução Bilateral - Obstrução nas 2 trompas






Quando a obstrução é Unilateral, nem sempre há necessidade cirúrgica, pois com apenas uma trompas você pode engravidar naturalmente. Quando a obstrução é Bilateral, as coisas se complicam mais, pois as trompas estão incapacitadas de receber os espermatozoides, nesse caso há apenas duas alternativas: A cirúrgica, afim de tentar a desobstrução e restabelecimento de uma ou de ambas as trompas ou a FIV (Fertilização In Vitro)
Cirurgia para desobstrução das trompas: Nem sempre resolve o problema e não é indicada para todos os casos. Quando as trompas estão demasiadamente rígidas, com o comprimento aumentado ou os cílios não funcionam ou se houver lesões graves pode levar a retirada de uma ou ambas as trompas. Após a cirurgia aumenta-se as chances de 25% a 50%, as chances vão aumentar de acordo com a localidade da comprometida da trompa. A cirurgia pode ser uma videolaparoscopia ou uma laparotomia de abdômen aberto similar ao da cesária. A forma da cirurgia será definida de acordo com a necessidade.  
Vale a pena operar as trompas?  Após a cirurgia a trompa frequentemente volta a ficar permeável, mas não consegue ter o mesmo desempenho de antes, muitas vezes a repermeabilização das trompas ocorre, mas a gestação não. As vezes a obstrução volta, desta vez por fibrose e um risco maior de gestação ectópica.








Fontes: 








Como funciona: Com a tabela chinesa a mulher escolhe engravidar de menina ou menino baseando-se no mês da concepção. Se estiver grávida, é possível prevê o sexo do bebê.  Conta-se a lenda que a  tabela foi enterrada em uma tumba da família real chinesa há mais de 700 anos, sendo descoberta anos depois, virando tradição no país.






  • A tabela chinesa do sexo do bebê é baseada no calendário lunar. O método promete dizer o sexo do bebê antes mesmo da concepção.
  • Para saber a idade lunar, a futura mamãe que nasceu de março a dezembro deve somar a sua idade + 1. As que nasceram nos outros meses, usa-se a idade natural. 
  • Depois, olha-se o mês da provável concepção. De acordo com a idade lunar e o mês, é possível saber se será um menino ou uma menina. 







Curiosidades: 

  • Esta técnica já foi considerada superstição no ocidente, mas agora é usada em muitos países.
  • Mesmo sem comprovação cientifica, o índice de precisão é maior de 90% e previsão é baseada em apenas dois fatores: A idade de concepção da mãe e o mês da concepção. 






Sobre o sistema Imunológico: 
Acredita-se que o sistema imune materno possua mecanismo para o reconhecimento da carga genética diferente em um feto, e com isso, consigo protegê-lo contra a destruição. Haveria, assim, a produção dos chamados anticorpos bloqueadores que protegeriam o embrião recém-implantado no útero. Este chama-se de aloimunidade. Quando não existe grande variabilidade genética entre o homem e a mulher, mesmo que eles não sejam parentes, tais anticorpos não são produzidos, deixando o embrião susceptível ao ataque do sistema imune. Se existe certo grau de semelhança entre o HLA materno e paterno, tais anticorpos bloqueadores não serão produzidos. Sendo assim, o embrião tem maior chance de ser destruído pelo sistema imune da mãe e o quadro clínico em tais casos poderá ser reconhecido como abortamento de repetição.




Exame de Cross-Match:
A avaliação da presença de tais anticorpos é feita com um exame denominado Cross-Match, que pesquisa a existência de anticorpos contra linfócitos paternos no sangue da mãe. Existem diferentes métodos para a detecção desses anticorpos no soro materno, tais como a microlinfocitotoxicidade e citometria de fluxo quantitativa, sendo somente o último indicado para a avaliação na área de reprodução, principalmente por ser mais sensível e apresentar manos variância entre resultados da mesma amostra. Os resultados dos exames de Cross-Match são usados para indicar o tratamento e para monitorizar a resposta materna à aplicação das vacinas (ILP). É importante lembrar que todo casal deve passar por prévia consulta com o médico especializado antes de qualquer tipo de tratamento. Só o médico é capaz de julgar a necessidade de exames complementares coadjuvantes bem como qual terapêutica será necessária para cada casal.



Vacina com linfócitos paternos (ILP):
É para tais casos que costumamos indicar um tratamento imunológico baseado na utilização de vacinas produzidas com linfócitos presentes no sangue do pai, que são injetados no organismo da mãe com o intuito de estimular, por uma via diferente, a produção de anticorpos contra o HLA paterno, que poderão, assim, ter o efeito protetor numa gravidez subsequente. Esta é a teoria que justifica o tratamento de imunização com linfócitos paternos (ILP) para casos de abortamentos de repetição de causa aloinume. A aplicação de ILP com intervalos médicos de 3 semanas são suficientes para sensibilizar a grande maioria das pacientes, em torno de 30% dos casos necessitam de mais uma dose de reforço. Uma vez imunizada, a paciente permanece por 5 meses sem a necessidade de um novo tratamento. O quadro abaixo mostra a sorologia prévia a ser feita com amostra de sangue do marido para que possam ser feitas as vacinas de ILP com seu sangue. Esta é uma segurança para que não seja transmitida nenhuma doença infecto contagiosa para a mãe no momento do tratamento. As sorologias prévias mudam dependendo da conduta de cada médico. 


Sorologia Prévia para infusão de linfócitos paternos - ILP
  • Chagas
  • HIV I e II
  • HTLV I e II
  • Hepatite B - anti-HBs
  • Hepatite B - HBsAg
  • Hepatite C
  • VDRL

Dr. Ricardo Barini explica em uma entrevista mais informação sobre o Cross-Match.
Fonte: http://suel.e-familublog/note/13381